
E o nome martela em sua cabeça. Por mais que você tente libertá-lo, tirá-lo de sua mente, parece que o destino faz com que ele permaneça da mesma forma rápida e repentina que ele o colocou lá - sempre tem algo ou alguém infeliz que o faz lembrar do nome. Maldito destino. Maldito nome. Maldito pensamento iludido que faz com que você ache que algum dia o tirará de sua mente deste modo.
Você, na verdade, não quer tirá-lo mas parece que alguma coisa o força a achar que isso é certo. Felizmente, no fundo, você tem esperanças de que as coisas não precisam ser desse jeito, por mais que o mundo pareça gritar cada vez mais alto em seu ouvido que sim, tem que ser desse jeito. Começa, então, a se sentir cada vez menor. Você quer crescer, fazer algo, tomar uma atitude! Mas descobre que está pequeno e sem forças para isso.
- É o melhor pra você. - Eles dizem.
Quem eles pensam que são para lhe dizer um absurdo desses? Você está morrendo por dentro, não se reconhece mais quando se olha no espelho, e ainda dizem que isso é o melhor? É, definitivamente, não queira saber qual é o pior, então. Suas atitudes não correspondem ao que você era. Será que você está crescendo? Mas, como, se todo mundo ainda tenta lhe dizer o que fazer?
Tem algo errado, definitivamente. As pessoas acham isso. Você, também. Então, por que não se move? Parece que tem uma barreira transparente e fina que o impede disso. Ainda não descobriu quem, ou até mesmo como, a colocou lá. Você senta, cruza seus braços com suas pernas e fica lá, parado, olhando . Sabe que tem algo a ser feito mas, o que? É óbvio! Você, no fundo, sabe. O que te impede de agir, então? Medo, talvez.
A barreira, antes fina, começa a parecer engrossar e vir contra a sua direção, fazendo com que você fique preso entre a parede e o vidro. A falta de ar e a pressão são fatores claramente observados na cena. Não, balance a cabeça, agora, e delete esse pensamento - ela continua lá, fina, aguardando o seu movimento, por enquanto.
- Aja, por favor. - Você ouve alguém pedindo e chora.
Acho que isso se chama saudade.
Você, na verdade, não quer tirá-lo mas parece que alguma coisa o força a achar que isso é certo. Felizmente, no fundo, você tem esperanças de que as coisas não precisam ser desse jeito, por mais que o mundo pareça gritar cada vez mais alto em seu ouvido que sim, tem que ser desse jeito. Começa, então, a se sentir cada vez menor. Você quer crescer, fazer algo, tomar uma atitude! Mas descobre que está pequeno e sem forças para isso.
- É o melhor pra você. - Eles dizem.
Quem eles pensam que são para lhe dizer um absurdo desses? Você está morrendo por dentro, não se reconhece mais quando se olha no espelho, e ainda dizem que isso é o melhor? É, definitivamente, não queira saber qual é o pior, então. Suas atitudes não correspondem ao que você era. Será que você está crescendo? Mas, como, se todo mundo ainda tenta lhe dizer o que fazer?
Tem algo errado, definitivamente. As pessoas acham isso. Você, também. Então, por que não se move? Parece que tem uma barreira transparente e fina que o impede disso. Ainda não descobriu quem, ou até mesmo como, a colocou lá. Você senta, cruza seus braços com suas pernas e fica lá, parado, olhando . Sabe que tem algo a ser feito mas, o que? É óbvio! Você, no fundo, sabe. O que te impede de agir, então? Medo, talvez.
A barreira, antes fina, começa a parecer engrossar e vir contra a sua direção, fazendo com que você fique preso entre a parede e o vidro. A falta de ar e a pressão são fatores claramente observados na cena. Não, balance a cabeça, agora, e delete esse pensamento - ela continua lá, fina, aguardando o seu movimento, por enquanto.
- Aja, por favor. - Você ouve alguém pedindo e chora.
Acho que isso se chama saudade.
1 comentários:
posso chorar já?
IAUHEIUHAEIUHAE :~
amei taaanto!!
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