É engraçado como as pessoas são hipócritas.
"Não faça isso, de jeito nenhum!"
"Faz isso!"
Sendo que essas mesmas pessoas já passaram pelas mesmas situações e fizeram o oposto. Hoje eu entendo o "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço." Pura hipocrisia.
"É para o seu próprio bem.." - E o seu bem próprio? Aonde está?
Algumas dessas pessoas me dizem o que fazer e até hoje ainda fazem o que eu faço.
"São situações diferentes" - Mas o que sentimos é o mesmo, não? Você ainda fez coisas, por mais que eles dizem pra não fazer.
Mas, por que?
No fundo, você faz as coisas por acharem que, de alguma forma, elas farão algum efeito. Você age por impulso, tem uma recaída, manda uma sms, pergunta como está, quer saber como anda a vida da pessoa. Ninguém melhor do que você para saber o que é melhor. Conhece com quem você está lidando. Não é que você acredite que vá fazer total diferença, mas, definitivamente, fará pensar nem se for por um milésimo de segundo - sendo esses pensamentos positivos, ou não - mesmo que ocorra um certo arrependimento de ter feito, depois.
Sabe que você não é a única a se sentir assim. Sabe, mesmo. Verbo saber. Não é algo que colocaram em sua mente por pena ou algo em que acredita, em que tem esperanças. Você sente. Sabe. Ouviu da própria boca. Mesmo não sabendo o motivo exato, sabe que tem algo errado.
Não me faça ver a verdade, o que está acontecendo, o que já aconteceu. Eu morro por dentro, sozinha, só de pensar em possibilidades. Descobrir a impossibilidade é uma morte mais dolorosa, porém, talvez, mais rápida. Se desprender, assim, repentinamente, de algo que fazia parte da sua rotina, demora. Desculpem-me aqueles que não sabiam disso.
Hoje em dia, eu durmo mais. Coloco a culpa na doença mas, será que é a anemia que está me fazendo dormir, mesmo? Será que não sou eu que quero dormir, evitar pensar, evitar olhar, evitar achar a verdade - que está em impregnada em mim, só que não quero conversar sobre - nos meus pensamentos? Sonhar?
Hoje em dia, eu leio mais. Li um livro inteiro (só tinha lido as primeiras trinta páginas), hoje, em sala de aula. Gostei do livro, realmente. Mas por que eu não prestei atenção na aula? Fugir, provavelmente. Não faço isso desde que as férias acabaram.
Hoje em dia, brigo mais. Estou mais grossa com as pessoas (desconto nelas, provavelmente). Não deveria, eu sei.
Hoje em dia, eu choro mais.
"Você não tenta o bastante, de verdade!" - NÃO? Tento todos os dias, por mais que estas sejam tentativas frustradas. Ainda que, quase sempre, eu me sinto mal por estar tentando desse jeito. Há um outro, afinal? Acho que não. Bem, há. Mas não agora.
Assumo: sinto medo. Medo de perder aquilo que me fez bem. Aquela coisa sincera, gostosa de se ter - por mais difícil que ultimamente tem sido, por mais que cada vez mais eu a sinto como se fosse uma areia na palma da mão de uma criança na praia.
Assumo: sinto falta. Amo.
E sinto-me culpada por usar a boa vontade de outras pessoas quando eu não quero fazer o que proponho.
Assumo: Penso e grito com a possibilidade dela existir.
"Não faça isso, de jeito nenhum!"
"Faz isso!"
Sendo que essas mesmas pessoas já passaram pelas mesmas situações e fizeram o oposto. Hoje eu entendo o "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço." Pura hipocrisia.
"É para o seu próprio bem.." - E o seu bem próprio? Aonde está?
Algumas dessas pessoas me dizem o que fazer e até hoje ainda fazem o que eu faço.
"São situações diferentes" - Mas o que sentimos é o mesmo, não? Você ainda fez coisas, por mais que eles dizem pra não fazer.
Mas, por que?
No fundo, você faz as coisas por acharem que, de alguma forma, elas farão algum efeito. Você age por impulso, tem uma recaída, manda uma sms, pergunta como está, quer saber como anda a vida da pessoa. Ninguém melhor do que você para saber o que é melhor. Conhece com quem você está lidando. Não é que você acredite que vá fazer total diferença, mas, definitivamente, fará pensar nem se for por um milésimo de segundo - sendo esses pensamentos positivos, ou não - mesmo que ocorra um certo arrependimento de ter feito, depois.
Sabe que você não é a única a se sentir assim. Sabe, mesmo. Verbo saber. Não é algo que colocaram em sua mente por pena ou algo em que acredita, em que tem esperanças. Você sente. Sabe. Ouviu da própria boca. Mesmo não sabendo o motivo exato, sabe que tem algo errado.
Não me faça ver a verdade, o que está acontecendo, o que já aconteceu. Eu morro por dentro, sozinha, só de pensar em possibilidades. Descobrir a impossibilidade é uma morte mais dolorosa, porém, talvez, mais rápida. Se desprender, assim, repentinamente, de algo que fazia parte da sua rotina, demora. Desculpem-me aqueles que não sabiam disso.
Hoje em dia, eu durmo mais. Coloco a culpa na doença mas, será que é a anemia que está me fazendo dormir, mesmo? Será que não sou eu que quero dormir, evitar pensar, evitar olhar, evitar achar a verdade - que está em impregnada em mim, só que não quero conversar sobre - nos meus pensamentos? Sonhar?
Hoje em dia, eu leio mais. Li um livro inteiro (só tinha lido as primeiras trinta páginas), hoje, em sala de aula. Gostei do livro, realmente. Mas por que eu não prestei atenção na aula? Fugir, provavelmente. Não faço isso desde que as férias acabaram.
Hoje em dia, brigo mais. Estou mais grossa com as pessoas (desconto nelas, provavelmente). Não deveria, eu sei.
Hoje em dia, eu choro mais.
"Você não tenta o bastante, de verdade!" - NÃO? Tento todos os dias, por mais que estas sejam tentativas frustradas. Ainda que, quase sempre, eu me sinto mal por estar tentando desse jeito. Há um outro, afinal? Acho que não. Bem, há. Mas não agora.
Assumo: sinto medo. Medo de perder aquilo que me fez bem. Aquela coisa sincera, gostosa de se ter - por mais difícil que ultimamente tem sido, por mais que cada vez mais eu a sinto como se fosse uma areia na palma da mão de uma criança na praia.
Assumo: sinto falta. Amo.
E sinto-me culpada por usar a boa vontade de outras pessoas quando eu não quero fazer o que proponho.
Assumo: Penso e grito com a possibilidade dela existir.



